Publicado por: jkviana | Setembro 7, 2009

Mosaicos

Minúsculos, microscópicos
fragmentando o dia-a-dia.
Estranhos seres metamórficos
fragmentando o dia-a-dia.

Meus pensamentos
a cada momento se vão …
Pequenos lamentos,
restos de um tempo,
mosaicos em descontrução,

Não, eu não posso pedir
pro tempo andar pra trás
Meus pés já cresceram,
Os sapatos já não servem mais

Metamorfose, o mundo se move demais
Metamorfose, o mundo se move demais
Metamorfose, o mundo se move demais

O homem é um mosaico

Publicado por: jkviana | Maio 30, 2009

Historiadores

Tá fazendo falta

um papo-cabeça

na mesa do bar !!!

E o violão,

passando de mão em mão,

enquanto o papo rola

O alcool brisa a visão.

Historiadores onde vocês estão?

Historiadores onde vocês estão?

Vinhos e violões …

Eu tow sargeta, jogado no chão,

filosofia de buteco

é vinho e violão.

Historiadores onde vocês estão?

Historiadores onde vocês estão?

Publicado por: jkviana | Fevereiro 28, 2009

Procurando A PALAVRA.

Falar é fácil, já escrever … Duvida? Então encare as palavras de frente. Te garanto que elas lhe respondem à altura. São mestras na arte de esconder-se. Quantas vezes passei alguns minutos procurando “A palavra”, aquela cuja lacuna era de essencial necessidade. Mas não !! Naquele momento não quis saber de mim. Perdi tempo, mas continuei naquele ritual: parado com cara de bobo esperando, esperando, esperando mais um pouco. Enfim, tempo é coisa rara nesse mundo de correria. Resolvi trair aquela palavra, a culpa é dela me deu um bolo. Esperei e nada. Meti chifre mesmo!! Troquei-a pela primeira palavra que apareceu a mente.  E olha que não me arrependi, a consicência nem ficou pesada. É como se diz: palavra é que nem biscoito, vai uma e vem oito, dezoito … vinte e oito, basta rimar!!! Mas meesmo assim. Sabe quando você sente que fez besteira. Pois é, acabei de perceber. Naquele momento segui meu instinto. Afinal minha relação com as palavras é de ultragamia, é natural. Preciso de muitas pra me satizfazer. Será que é alguma disfunção hormonal? Pode ser, mas idaí? Com as palavras é o seguinte: só depois que experimentar é que se pode dizer se ela serve ou não. Justamente o que fiz: provei e sem moderação.

Mas mesmo assim o efeito não era o mesmo. Aquela era “A palavra”. Eu sentia isso, mas era bom falar baixo. Quando elas se sentem valorizadas ficam mais difíceis. Alguns dizem o contrário, cafajestes à parte (eu não me incluo neste grupo) prefiro a primeira a segunda opção. Com certeza já ouvi falar que a diferença entre o remédio e o veneno é apenas sua dose. Nesse ponto tal afirmação é verdadeira: elogiar demais é furada. Foi o que aconteceu. Aquela palavra tava se achando. Sumiu e me deixou chupando o dedo. E quando eu mais queria ela por perto: sumiu. Tava eu lá naquele ritual parado com cara de bobo esperando … E olha que elas adoram fazer isso: deixar a gente esperando. O pior é que a gente nunca se acostuma, e acaba com cara de bobo reclamando que isso não se repetirá. E olha aí, estou aqui novamente fazendo o que mais tenho feito ultimamente: esperar. Muito chato. O problema sabe qual é? É que quando ela aparece as gente faz as pases muito rápido, é chato isso. Todo aquele sentimento da espera parece que não serviu de nada. O sorrido que cobria a face inteira desarmava qualquer sinal de insatisfação. Ela vinha, aproxivama-se e pronto: era só love. Love mesmo, e falo sem vergonha nenhuma. Foi por elas que eu esperei a vida toda. Só não sabia se eu ia aguentar esses sumissos repentinos. (pausa para coçar a cabeça).

Embora a tentativa frustrada de substituí-la não tenha dado muito certo, percebi que tinha algo mais entre nós. Eu não queria admitir mas aquela palavra me deixou louco, que ela não ouça. Mas pouco me importa a essa hora, esse charme todo, ela deve tá rindo do besta procurando por ela. Finalemente resolve aparecer, veio na minha mente aos poucos, fazendo charme, como sempre !!! Então rescolvi gritar de imediato para ter certeza de que não iria me escapar novamente:

- Te amo.

Jamis diria isso a alguem: te a amo meu “AMOR” você é a palavra !!!

A palavra que faltava no meu dicionário …

Publicado por: jkviana | Fevereiro 26, 2009

O suspeito

Madrugada. 2:00 am. A rua esquecida pela rotina do dia revela todo o seu mistério. Apenas o vento dobrando uma esquina qualquer passeia entre os becos e avenidas.  Passos apressados quebram a rotina da noite como se a melodia do vento aceitasse novas notas. O passos gritavam, e a cada minuto ficava mais leve. Era como se o dono dos passos procura-se se esquivar de qualquer olhar suspeito. (A verdade é que qualquer indivíduo numa madrudaga urbana é potencialmente estranho). Mas enfim, seus movimentos pareciam acompanhar as sombras, enquanto o balé frio dos seus passos procuravam um lugar mais seguro. Finalmente os passos diminuíram o ritmo. Posicionou-se em frente a uma casa, bem na esquina. O olhar assustado fitava a rua em todas as suas direçõees como se buscasse a certeza de que não havia sido visto. Parado em frente a casa, ele pôs-se a observar por certo tempo. (Atitude ainda mais suspeita num período em que todos deveriam estar na cama).

Mais um movimento brusco. Esquivou-se atrás de uma árvores e deitou-se no chão. (Por um instante achei que o suspeito tinha companhia, mas não …) Sua sombra misturava-se à noite e sua presença havia sido camuflada. Na verdade todo o susto se dava pela luz que vinha da janela da casa, que derepente se acendeu.  Sua presença não podia ser notada, por isso se jogou no chão de súbito. Todas as atitudes do suspeito evidenciavam sua intenção. Alguns minutos se passaram e ele continuava no lá, no chão,  mirando a janela com determinação. (Não via a hora do sujeito entrar na casa para cometer qualquer maldade).

- Porra!!! Gritei comigo mesmo. – Por que não paguei a conta do telefone? Agora aquele ladrão estúpido vai ficar impune, não posso ligar para a polícia. O que eu faço?

Nesse momento minha irritação, misturava-se ao nervosismo, impregnando o ar de um sentimento de impotência diasnte da situação.

Meu Deus !!! E se ele matar alguém? Nessa horas é que a polícia deveria mostrar serviço. Mas não!! O distrito fica a apenas três quarteirões e um intruso desses ainda ousa um ataque desses. Ou é muita ousadia ou chamaria de estupudez. (Em meio ao nervosismo ainda encontrei um tempo pra filosofar …)

Pensei comigo mesmo:

- O que eu poderia fazer? Correr até a delegacia para que prendessem o ladrão em falagrante, ou ficar em casa reendo os dedos esperando o proximo passo do suspeito?

A verdade é que qualquer umas das situação era desesperadora, não sabia que tipo de indivíduo era aquele: um assassino, um ladrão qualquer, um sequestrador. Não sabia se estava sozinho ou se tinha comparsas. A ansiedade tomava conta do corpo e  a impotência diante da situação aumentava. S-o-c-o-r-r-o !!!! O grito abafado pelas minhas mãos apertando minha boca não pode ser ouvido, mas o alívio que aquelas palavras me deram foi confortante. Voltei à minha janela e me pus novamente a observar.

Coisa que aquele suspeito ainda fazia: apenas observava. A luz que vazava pela janela novamente extinguira-se. Finalmente o suspeito pôs-se de pé novamente, com a mão no bolso da calça parecia procurar alguma coisa. (Eu cá na janela tentei gritar mais uma vez socorro, mas sabia que isso poderia ser arriscado. Voltei a observar). O suspeito escalava o muro como se tivesse praticado outras vezes. No topo do muro deu mais uma olhada. O olhar parou por impulto e durecionou-se para uma outra janela na outra esquina.

Cai no chão me tremedno, aquele olhar parece que me acertou. Tive a certeza, naquele instante, que ele me viu. Sentei com as mãos nos joelhos, abraçando-os, desapareci mais uma vez. Menos de três minutos voltei à janela. Apenas a altura dos olhos estavam ali. Desapareci novamente. O medo, os batimentos do coração, tornavam a situação mais angustiante. Voltei. Finalmente me pus a obervar outra vez. Ele não se encontrava mais no mesmo lugar. S-u-m-i-u !! O coração piulsava ainda mais. Onde ele foi? Desistiu? …

Logo a penumbra da noite mostrava novamente o intruso. Não pode ser visto pois estava escalando a outra parte do muro. Mas ao penetrar na gramar novamente sua presença pode ser notada. Correu imediatamente para a janela da qual os rastros de luz haviam sido lançados. Parecia que o ladrão conhecia bem o local. Não demonstrou preocupação alguma se havia a presença de cachorros, ou qualquer tecnologia de segurança. Apenas observava, parou novamente e assim ficou por um bom tempo. De repente, alguns assovios podiam ser ouvidos.Era como se chamasse os comparsas do crime.

- Era o sinal. Eu sabia que ele não estava sozinho. É um sequestro, é um sequestro … Corri de um lado ao outro da minha casa com a mão na cabeça, balançando o corpo, como se fosse ter um enfarte.

- Quase !!! Não enfartei, mas imediatamente me controlei e decidi. – Vou fazer alguma coisa !! Não poço ficar aqui.

A janela a que o suspeito se dirigiu é a janela da Patrícia. A única filha do casal que mora naquela casa. Nesse momento o sequestro parecia inevitável para o vizinho que apenas observou durante todo o tenmpo. Mas agora ele resolveu agir. Desceu as escadas de sua casa e dirigiu-se ao portão. Abriu imediatamente o cadeado e saiu para a rua. O nervosismo era maior que seu ato de coragem, mas o coração parecia que ainda aguentava mais ação. Correu imediatamente para a rua como se pusse a enfrentar todos os comparsarsas do suispeito.

A rua vazia o deuxou de certa forma aliviado, mas não entendia aqueles assovios. Agora como se o coração ainda estivesse na flor da idade resolver escalar o muro. A dificuldado era notória, mas enfim, era teimoso. Com as mãos chegando ao topo do muro uma pedra solta lhe presenteia com um tombo no chão. A cara de ódio era compreensível, o herói atrapalhado não desistiiu.

- Se aquele idiota pensa que é mais esperto que eu, ele que me aguarde. Foi só uma quedinha à toa. (As massagenas na bunda contradiziam sua réplica, mas enfim … Subiu o muro. Finalmente, pra não dizer que imbecíl: depois de 40 min) – Cadê ele? Se escondeu? Fugiu?  – Aquele fracote não me esperou. Droga !!! Aquele muro idiota.

Deu a volta na casa procurando o suspéito. Aquele ato de coragem nunca mais se repetiria. O jeitão de macho zangado, ao invés do medroso de outrora, parecia que tinha lhe suspreendido. Mais uma volta na casa e nada.

- Patrícia?!! Meus Deus !! Será que ele a levou? Olhou rapidamnente pela janela, e o desespero tomou conta da situação. Começou a gritar:

- Ela morreu!! S-o-c-o-r-ro !!! Mataram Patrícia. Seus olhos em desepero rompiam a nobreza da noite.

-  Socorro !!! Polícia, Ladrão, Sequestrador, Bandido…. Alguem ajude !!!

A pequena poça de sangue em cima da cama de Patrícia confirmava as suposições do Vizinho metido a herói. De repente a cena se modificava outra vez. Patrícia surge do nada. na verdade não exatamente do nada mas do meio do mato. Confirmando o sequestro ela surge com o suspeito. De imediato o vizinho parte pra cima do sequestrador. A briga na grama chama a atenção da vizinhança. Uma por uma as luzes das janelas ao redor acendiam. Pronto !!! A Polícia chegara.

- Pode levar seu Polícia é esse aí o sequestrador. Ele tendou matar Patrícia, deve ter dado umas pancadas nela. O sangue, a prova do crime, está na cama de patrícia. Podem ir lá.Eu vi tudo …  Olhou para toda a vizinhança com ar de herói e encheu o peito.

Patríciacom a cara do tamanho do mundo, olhava diretamente para o herói. Olhava com um ar de desaprovação. E ao mesmo tempo com uma vergonha maior ainda. A situação era totalemnet outra. O sequestrador na verdade não era sequestrador. Era o namorado de patrícia. O vizinho entendeu tudo errado. Aquela noite era pra ser a primeira noite de Patrícia com seu namorado. Mas parece que acabou sendo a primeira noite dela com a vizinhança inteira.

O sangue nos lençóis confirmava o ato. Os 40 min de atraso do vizinho no muro foram sificiente, mesmo assim resolveram fazer amor ao ar livre. Momento no qual o vizinho estérico começou a gritar ao mundo a morte de Patrícia. Realmente ela naquele momento preferia ter morrido. Aquela situação constrangedora foi horrível.

E para explicar?

Publicado por: jkviana | Maio 30, 2008

Fúria moderna

Domingo. 15:00 horas. O sol dspara sua metralhadora no equador. Em teresina é só mais um dia dentre tantos que se passam. O lhar da multidão dança por entre os rostos desapercebidos que rodeiam-se uns aos outros. Auela dança é o balé moderno. Balé frio e altivo de uma sociedade morta que incite em mostra-se viva. Eram 15:00 horas e a dança mostravaainda mais altiva. O sol de domingo parecia acelerar a velocidade da frieza. O sol esquentava artificialmente os corações da multidão. Vive-se e morre-se. Enterra-se como diz o adáio papular. A fúria moderna cria um vincululo entre todos que se apaga no mais belo entardecer.

Que se faça Dia, e toda a dança recomeça. O tempo é apenas um juíz de um jogo que não está sob suas rédias. O vínculo que liga a todos é apenas artificial. A vida é artificial, os contatos são mudos. E os gritos que se ouve são apenas reverberações de uma idéia abstrata. GRITE, na esperança de um dia ser ouvidos. Os olhares se voltam a um ponto estranho, e em apenas um segundo o balé frio volta ao seu esplendor diário.

Bem vindos ao contato moderno. Bem vindos à danças e ao balé. Coloque as sapatilhas e tire-as e siga a dança que se segue. A fúria moderna é acalorosa e fria. Envove todos numa bolsa sem unidade. Descrontruções que se controem pela ideia de continuidade. Somos um todo desunido pelas partes. Um todo não se faz pelas partes, e sim as partes que fazem o todo. Em fúria e alegria a dança se repet6e de domingo á domingo. De sempre em quem sabe …

Publicado por: jkviana | Maio 23, 2008

Ataques …

Era aquele fim de tarde, o mais belo dia de todos

O céu cinza exauria-se aos poucos

Por um instante eu pude ver o acenar de um sorriso

Tímido, mas um sorriso, leve, mas um sorriso

O dia resolveu virar vida. Todo o sangue evaporado

precipitou em neve e derreteu-se em nós

Saquearam nossas mentes, levaram tudo de nós

Permaeceu o mais belo sorriso na face

Como o mar que um dia fora simples lágrima

Hoje mostra tua força ao mundo

A mente de tudo quase esvaziada

Restara a mais cruel e singela de todas as flores:

O pensamento ativa a cabeçativa

E o que levaram sem tanto esforço

Metáfora-se apenas em esboço

Tolos ataques, tolos pitaras

Pois o que é da cabeça à cabeça regressa

Num instinto de vida e metáfora.

Ataque: mas lembre-se!

 Um mosaico reorganizado

é um sólido sem forma.

 

 

Publicado por: jkviana | Março 29, 2008

Escravos

Alienação
Abstração
Presos no espaço e no tempo,
Idealistas utopistas
Liberdade existe?
Escravos livres,
Pensamentos manipulados
Robôs …
Máquinas orgânicas
Servidão Coletiva
Liberdade Idealizada.
Presos, livres.
Escravos de si mesmos
Século I e XXI
O que mudou?
Nada se tudo.
Nós escravos …
escravos de nós.
Da liberdade ao cárcere
 Do cárcere à ilusão.
Acordemos ou
Sonhemos acordados.
Acorde
para um novo pesadelo,
ou sonhe um sonho
que lhe jaz sob o colo
da eternidade.
Lá se vai …
Lá se vão …
Escravos !?
Publicado por: jkviana | Março 22, 2008

A perfeição é monotona …

Busque-se na sua imprfeição. Realize-se na sua imperfeição. Ame na sua incompleta perfeição. Seja você, imperfeito por natureza e perfeito por existir. Eu sou eu, concreto naminha abstração. Real na minha ilusão. Unperfect man.

Publicado por: jkviana | Março 6, 2008

A guerra

A História da humanidade construiu-se sobre guerras, batalhas, cadáveres, homens no seu sentido mais concreto. Uma história que avança em termos científicos e tecnológicos, mas que indiscutivelmente regride em aspectos humanos. O filme “Prelúdio de uma Guerra” revive a atmosfera catastrófica da História, precisamente 1935-45, época cujo futuro já não se oferecia como algo certo. Era o período da Segunda Guerra Mundial, da ascensão de Hitler e de sua ameaça para o mundo. A humanidade mal respirava o fim de uma guerra – a Primeira Guerra Mundial (1914-1918) – e outra guerra já começava a esboçar suas trincheiras. Para a humanidade, mais precisamente aquelas diretamente envolvidas no massacre, pensar outra guerra em proporções mundiais era reviver o sofrimento de um tempo que ainda cicatrizava suas dores. O autor Eric Hobsbawn, no livro “Era dos Extremos”, faz emergir uma série de discussões que abrangem, ou mesmo tentam abranger o “breve século XX”. Dada a dificuldade de falar de uma época na qual fez parte Hobsbawn alerta: “não é possível escrever a história do século XX como a de qualquer outra época (…) tenho tido consciência dos assuntos públicos, ou seja, acumulei opiniões e preconceitos sobre a época, mais que contemporâneo que como estudioso”. Enfim, “Prelúdio de uma Guerra” não pode ser entendido sem as transformações políticas, econômicas, e até mesmo humanas pelas quais o mundo sofrera. Tais transformações, citadas por hobsbawn, destacam-se 1) o fim do eurocentrismo, o mundo já não poderia ser analisado em função exclusiva da Europa; 2) o globo transformou-se numa unidade operacional única, uma espécie de aldeia global; 3) uma ruptura abrupta de valores do passado e do presente, ou seja, desintegração dos valores humanos.

“Prelúdio de uma Guerra” representa a ascensão de um movimento com força não apenas política, mas ideológica centrada na figura de Hitler e do Fascismo. Mas é impressionante também perceber como uma possível “união” entre capitalismo e socialismo – e nas palavras de Hobsbawn “bizarra” – foi fundamental para a manutenção da democracia. E mais, só mesmo sob a ameaça de uma ideologia tão poderosa, e não falo do fascismo, mas sim do comunismo, é que a manutenção da democracia, ou até mesmo do próprio capitalismo, tornou-se possível. O medo tornou-se o incentivo fundamental à manutenção do capitalismo.

Publicado por: jkviana | Março 6, 2008

Renato Russo

Primeira Musica do Legião que Toquei com minha primeira banda !!!

TRIBUTO À LEGIÃO !!!!

 

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