Publicado por: jkviana | Maio 30, 2008

Fúria moderna

Domingo. 15:00 horas. O sol dspara sua metralhadora no equador. Em teresina é só mais um dia dentre tantos que se passam. O lhar da multidão dança por entre os rostos desapercebidos que rodeiam-se uns aos outros. Auela dança é o balé moderno. Balé frio e altivo de uma sociedade morta que incite em mostra-se viva. Eram 15:00 horas e a dança mostravaainda mais altiva. O sol de domingo parecia acelerar a velocidade da frieza. O sol esquentava artificialmente os corações da multidão. Vive-se e morre-se. Enterra-se como diz o adáio papular. A fúria moderna cria um vincululo entre todos que se apaga no mais belo entardecer.

Que se faça Dia, e toda a dança recomeça. O tempo é apenas um juíz de um jogo que não está sob suas rédias. O vínculo que liga a todos é apenas artificial. A vida é artificial, os contatos são mudos. E os gritos que se ouve são apenas reverberações de uma idéia abstrata. GRITE, na esperança de um dia ser ouvidos. Os olhares se voltam a um ponto estranho, e em apenas um segundo o balé frio volta ao seu esplendor diário.

Bem vindos ao contato moderno. Bem vindos à danças e ao balé. Coloque as sapatilhas e tire-as e siga a dança que se segue. A fúria moderna é acalorosa e fria. Envove todos numa bolsa sem unidade. Descrontruções que se controem pela ideia de continuidade. Somos um todo desunido pelas partes. Um todo não se faz pelas partes, e sim as partes que fazem o todo. Em fúria e alegria a dança se repet6e de domingo á domingo. De sempre em quem sabe …


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