Veneno

Publicado: julho 27, 2011 em Uncategorized

Não há flores, odores, que dissipem o perfume teu

Só há dores, rumores.

Amores que nunca viveu.

Ah! Quero o vento, levando,

varrendo, teu perfume-veneno

à procura do meu.

Ah! Cadê você que nãos mais me envenena,

Com tuas respostas postas à venda

E tua língua engolindo o céu meu.

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