Não há flores, odores, que dissipem o perfume teu
Só há dores, rumores.
Amores que nunca viveu.
Ah! Quero o vento, levando,
varrendo, teu perfume-veneno
à procura do meu.
Ah! Cadê você que nãos mais me envenena,
Com tuas respostas postas à venda
E tua língua engolindo o céu meu.
