Ela, do alto do seu poste de concreto, Nua em sua beleza crua, ser indiscreto. Decreto a ti meu amor: enjaule-me aos beijos seus O eterno acabou. Eu vou, mas resta o Adeus. Ela, em prantos latentes de dor incontrolável, Afável ser em desatino a beijar o intocável brilho Do fogo da minha estrela no [...]
Arquivo de setembro, 2011
Meu pés descalços, enterrando meus passos Mas o que faço? Me jogo no espaço do abismo do céu? Descendo os degraus do inferno: que caos, que mistério. Ah! Como eu quero saber o que há debaixo dos pés. Só não me chame pra viver no céu monotonia não me agrada
